No bar surgem paixões
Nele afogamos as mágoas
Brigas acontecem no bar
No bar da avenida
Uns assaltam esse bar
Outros nem passam perto
Mas ele é um ponto de encontro
Entre amigos e amigas
Entre namorados
Entre os que querem namorar
No bar da avenida
Pessoas dançam no bar
Felizes por aquela noite
Outras preferem ficar só
Isolados na sua depressão
E é assim que as coisas acontecem
No bar da avenida
Alécio Souza
Oi Alécio! Achei lindo seu poema, melancólico nas verdades que traz dos nossos sentimentos, nem sempre alegres.
ResponderExcluirLembrei de umas fases de moça, achava que as pessoas que iam a barzinhos eram felizes e eu a mais solitária das criaturas. O tempo passou, frequentei alguns, suficiente para tirar todas minhas dúvidas em relação aos bares da vida.
Adorei ler seu poema e repensar!
Abração, bom domingo!
O bar da avenida parece uma janelinha por onde vemos a vida passar!
ResponderExcluirAinda é um dos meus observatórios favoritos!
Muito bom, Alécio.
Bom dia querido amigo Alécio,
ResponderExcluirUm poema que traz uma mensagem real, fui muitas vezes a um"bar", desopilar , encontrar amigos, tomar uma gelada com o namorado ou simplesmente ver o tempo passar na orla de Copacabana. Amei ler seus versos.
Feliz semana. Bjss
O bar da avenida é um pequeno mundo onde tanta coisa acontece… Gostei.
ResponderExcluirUma boa semana.
Um beijo.
Alécio,
ResponderExcluirGostei do teu “bar da avenida”.
Tem uma frase minha que diz:
“Bares são excelentes 'points' de encontro, onde muitas coisas acontecem, principalmente para os notívagos sem par!”
Um abraço e boa semana!!!
Olá, querido menino Alécio!
ResponderExcluirEspero k estejas bem, tal como tua mãe e irmãos. Por aqui, tudo bem e com inverno a valer.
As chuvas em excesso só causam prejuízos, e qdo os políticos, esses e os outros, não ligam, tanto pior. O clima na terra está mudando, devido às nossas erradas atitudes, como bem sabes, mas tenhamos esperança em dias melhores.
O teu poema é mto agradável, realista e simples, ao mesmo tempo, pois é isso que se passa nos bares, em geral, e no da Avenida, se calhar ainda mais, visto que é aí que todo o mundo se encontra.
Amores, desamores, dores, assaltos (aqui, são raríssimos), tudo faz parte desse ambiente que tantos gostam. Eu não frequento bares, mas não tenho depressão, pois tenho minha vida profissional e privada mto ocupadas e resolvidas.
Gosto da forma despretensiosa e mto real como escreves. Tal como eu, não usas palavras eruditas, não escreves poemas intelectuais, que a maioria das pessoas, nem entende, mas há quem seja todo popular, ou se queira mostrar, desse jeito, e escreva "coisas", que quase não dá pra entender. Usam metáforas, que nem duas licenciaturas, seguidas de dois doutoramentos em Literatura dão para perceber o que essa gente escreve, mas quem comenta diz/escreve: lindo demais. Amei! E está feito o comentário. Eu não sou assim, portanto, gosto de me expressar entendendo o k leio.
Meu blog no próximo dia 14, 6ª feira, Dia dos Namorados, em mtos países da Europa, é aniversariante. Cinco anos. Se puderes, passa lá. Terei mto gosto. Obrigada!
Beijos para ti e para tua mamãe e um abraço enorme e sincero. Boa semana!
Boa noite Alécio, espero que esteja bem.
ResponderExcluirRealmente nos bares encontramos vários tipos de sentimentos que saíram para arejar a cabeça ou encontrar talvez outros corações que estejam na mesma sincronia.
Descreveu perfeitamente! Beijos.
São assim mesmo os bares das avenidas... frequentei muito, chorei neles muitas lágrimas, amarguei dissabores...
ResponderExcluirO seu poema expressa exatamente a vida noturna, é seco, realista, corta igual lâmina fria e afiada.
Gostei imensamente, Alécio!
Abraços em você e também em sua família.
Oi Alécio,
ResponderExcluirQue bela lembrança do Bar.
E você descreveu tão intensamente que deu vontade ate de ir a um barzinho.
Sempre encontro meus amigos no bar, e confesso que saímos de la bem leve.
Com sabor de quero mais.
Uma ótima quinta
bjs
Gostei do Bar da Avenida
ResponderExcluirE do poema, igualmente!
Pois Alécio, a gente sente
A galera reunida.
Tu botas alma e vida
No bar! E a paixão ardente
No teu poema é semente
Plantada e já concebida
Para crescer como planta
Que ao coração nos encanta
Pelos frutos que darão
Serão frutos de amor.
Toda a semente que for
Plantada, dará paixão!
Parabéns pela bela postagem e lindo poema! Abraço fraterno e cordial! Laerte.
Oi, Alécio! Me fez pensar na música Garçom! Hehe. Embora eu não tenha frequentado bares ultimamente, sempre gostei de estar neles, de conversar com os amigos bebendo e comendo algo, aí em São Paulo, inclusive, lugar em que não faltam opções para todos os gostos. Um abraço!
ResponderExcluirBar... confessionário de muitos.
ResponderExcluirNo bar da avenida tem para todos os gostos.
ResponderExcluirBoa continuação de carnaval!
Reserva u'a mesa lá para mim,
ResponderExcluirAlécio. Eu pago as bebidas (kk)
Um abraço e prazer em falar
com você.